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Diesel inverno: combustível especial ajuda motor a pegar no frio

Quem vive em regiões frias no Brasil já pode contar com o chamado Diesel Inverno, combustível da distribuidora Vibra pensado especialmente para as baixas temperaturas. O composto é comercializado desde abril e segue disponível até setembro, e promete oferecer desempenho e proteção a motores mesmo a temperaturas de -10 ºC

Disponível nas versões S10 e S500, o novo diesel é indicado para veículos leves e pesados, bem como máquinas agrícolas e equipamentos industriais. Entre os diferenciais, estão os menores riscos de falha na partida do motor e redução do risco de entupimentos dos filtros. 

Além da proteção contra as temperaturas extremas, o novo combustível segue todas as exigências legais, incluindo a adição obrigatória de biodiesel. Segundo a distribuidora, o produto também ajuda a reduzir custos de manutenção. 


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Tecnologia contra o frio

O segredo do Diesel Inverno está em sua fórmula, que foi desenvolvida para diminuir o Ponto de Entupimento de Filtro a Frio (PEFF). Trata-se de um índice que indica a temperatura mínima em que o combustível consegue circular livremente pelos filtros do veículo sem criar cristais de parafina. 

O diesel especial promete reduzir as chances de falhas na partida do motor (Christian Wiediger)

É aqui que está o problema: quando as temperaturas ficam abaixo de 0 ºC, a parafina no diesel comum pode se solidificar e bloquear o sistema. 

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4 celulares com câmeras boas para comprar por menos de R$ 2.000

Encontrar um smartphone com câmeras de qualidade por um preço acessível nem sempre é uma tarefa fácil. No entanto, com uma boa pesquisa, é possível encontrar celulares com conjuntos de câmeras bem interessantes por menos de R$ 2.000.

Nesta lista, separamos quatro celulares que entregam uma boa experiência fotográfica e cabem no orçamento de quem não quer gastar muito:  

  1. Galaxy A56;
  2. Motorola Edge 50 Neo;
  3. POCO X7 Pro;
  4. Redmi Note 13 Pro.

1 – Galaxy A56

O Galaxy A56 é a melhor opção no portfólio da Samsung para quem busca um bom conjunto de câmeras por até R$ 2.000. Este intermediário com bom desempenho consegue equilibrar bem o preço com a qualidade fotográfica que a marca coreana oferece.


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O aparelho traz um conjunto de câmeras bem completo, com sensor principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e macro de 5 MP. Para selfies, conta com uma frontal de 12 MP que entrega bons resultados. A configuração permite uma boa versatilidade na hora de fotografar, com bons registros desde paisagens até detalhes mais aproximados.

Um dos pontos fortes do Galaxy A56 são as fotos com cores bem intensas e boa definição na câmera principal. O sistema bem otimizado faz um bom pós-processamento das imagens, o que resulta em fotos mais atrativas e com menos ruído.

Galaxy A56 conta com um bom conjunto de câmeras no segmento intermediário (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech) 

Para vídeos, o aparelho filma em 4K a 30 fps ou 1080p a 60 fps, com opções tanto para quem prioriza qualidade quanto para quem quer mais fluidez nas gravações. O Galaxy A56 pode ser encontrado em uma faixa de preço a partir de R$ 1.700.

Veja exemplos de fotos tiradas com o Galaxy A56:

Galaxy A56 - Câmera principal
Galaxy A56 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera ultrawide
Galaxy A56 – Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera principal / zoom 2x
Galaxy A56 – Câmera principal / zoom 2x (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera principal / zoom 4x
Galaxy A56 – Câmera principal / zoom 4x (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera principal / zoom 10x
Galaxy A56 – Câmera principal / zoom 10x (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera principal
Galaxy A56 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera ultrawide
Galaxy A56 – Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera principal
Galaxy A56 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera ultrawide
Galaxy A56 – Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera principal
Galaxy A56 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera ultrawide
Galaxy A56 – Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera principal
Galaxy A56 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera ultrawide
Galaxy A56 – Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera principal
Galaxy A56 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera ultrawide
Galaxy A56 – Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera principal
Galaxy A56 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera ultrawide
Galaxy A56 – Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera principal
Galaxy A56 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera ultrawide
Galaxy A56 – Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera principal
Galaxy A56 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera ultrawide
Galaxy A56 – Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera principal
Galaxy A56 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera ultrawide
Galaxy A56 – Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera principal
Galaxy A56 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera ultrawide
Galaxy A56 – Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera principal
Galaxy A56 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera ultrawide
Galaxy A56 – Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera principal
Galaxy A56 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera ultrawide
Galaxy A56 – Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera principal
Galaxy A56 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera ultrawide
Galaxy A56 – Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera principal / modo 50 MP
Galaxy A56 – Câmera principal / modo 50 MP (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera principal / modo 50 MP
Galaxy A56 – Câmera principal / modo 50 MP (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera principal / modo 50 MP
Galaxy A56 – Câmera principal / modo 50 MP (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera principal / modo retrato
Galaxy A56 – Câmera principal / modo retrato (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera frontal
Galaxy A56 – Câmera frontal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera frontal / modo retrato
Galaxy A56 – Câmera frontal / modo retrato (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera frontal
Galaxy A56 – Câmera frontal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A56 - Câmera frontal / modo retrato
Galaxy A56 – Câmera frontal / modo retrato (Bruno Bertonzin/Canaltech)

2 – Motorola Edge 50 Neo

O Motorola Edge 50 Neo é um intermediário premium da geração passada, mas que ainda funciona perfeitamente bem em 2025. O grande diferencial deste modelo está no conjunto de câmeras, que traz uma configuração mais interessante que a maioria dos concorrentes na faixa de preço.

O destaque é a câmera telefoto, mais útil do que uma macro dedicada encontrada na maioria dos intermediários. A configuração inclui sensor principal de 50 MP, ultrawide de 13 MP e telefoto de 10 MP. Para selfies, conta com uma generosa frontal de 32 MP.

Motorola Edge 50 Neo tem câmera de zoom com boa qualidade (Imagem: Thalles Ribeiro de Souza/Canaltech)

A presença da lente telefoto é um diferencial importante, já que permite zoom óptico sem perda de qualidade, algo raro nesta faixa de preço. Isso torna o aparelho mais versátil para diferentes tipos de fotografia, desde retratos com desfoque natural até fotos de objetos distantes.

Para gravação de vídeos, o Edge 50 Neo filma em 4K a 30 fps e 1080p a 60 fps. O modelo pode ser encontrado com preços a partir de R$ 1.700.

3 – POCO X7 Pro

O POCO X7 Pro é um celular intermediário com bom desempenho e configurações de câmeras que atendem bem quem busca qualidade fotográfica em um preço acessível. A marca, que é subsidiária da Xiaomi, consegue entregar especificações interessantes e um bom custo-benefício.

O conjunto fotográfico é composto por sensor principal de 50 MP, ultrawide de 8 MP e frontal de 20 MP. Apesar de ser mais simples que alguns concorrentes, a configuração é bem equilibrada e foca na qualidade do sensor principal, que é onde a maioria das fotos realmente acontece.

Um diferencial interessante do POCO X7 Pro é a capacidade de gravar em 4K a 60 fps, uma qualidade de vídeo superior à maioria dos modelos na faixa de preço. Isso é especialmente útil para quem gosta de criar conteúdo ou simplesmente quer vídeos com mais fluidez e definição.

POCO X7 Pro é um intermediário premium com boas câmeras (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

O smartphone tem preço médio de R$ 1.800 e se posiciona como uma alternativa interessante para quem quer um bom desempenho geral sem abrir mão de câmeras competentes.

4 – Redmi Note 13 Pro

O Redmi Note 13 Pro é um modelo da geração passada, mas que ainda oferece um bom conjunto fotográfico para quem não faz questão de ter o lançamento mais recente. A principal vantagem deste aparelho está no sensor principal de altíssima resolução.

Redmi Note 13 Pro tem câmera principal com alta resolução (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)

O destaque fica por conta da câmera principal de 200 MP, uma especificação impressionante mesmo para os padrões atuais. O conjunto é completado por uma câmera ultrawide de 8 MP e macro de 2 MP.

A alta resolução do sensor principal permite fazer recortes nas fotos sem perder qualidade, além de capturar uma quantidade impressionante de detalhes em boas condições de iluminação. É uma vantagem interessante para quem gosta de fotografar paisagens ou fazer fotos que depois serão editadas ou impressas.

Para vídeos, o aparelho filma em 4K a 30 fps ou 1080p a 60 fps. O Redmi Note 13 Pro pode ser encontrado em uma faixa de R$ 1.900. 

Veja exemplos de fotos tiradas com o Redmi Note 13 Pro:

Redmi Note 13 Pro
Redmi Note 13 Pro câmera traseira modo noturno (Jucyber/Canaltech)
Redmi Note 13 Pro
Redmi Note 13 Pro câmera traseira modo noturno (Jucyber/Canaltech)
Redmi Note 13 Pro
Redmi Note 13 Pro câmera traseira modo noturno zoom 2x (Jucyber/Canaltech)
Redmi Note 13 Pro
Redmi Note 13 Pro câmera traseira modo noturno (Jucyber/Canaltech)
Redmi Note 13 Pro
Redmi Note 13 Pro câmera traseira zoom 4x (Jucyber/Canaltech)
Redmi Note 13 Pro
Redmi Note 13 Pro câmera traseira (Jucyber/Canaltech)
Redmi Note 13 Pro
Redmi Note 13 Pro câmera traseira (Jucyber/Canaltech)
Redmi Note 13 Pro
Redmi Note 13 Pro câmera ultrawide (Jucyber/Canaltech)
Redmi Note 13 Pro
Redmi Note 13 Pro câmera traseira zoom 4x (Jucyber/Canaltech)
Redmi Note 13 Pro
Redmi Note 13 Pro câmera traseira zoom 2x (Jucyber/Canaltech)
Redmi Note 13 Pro
Redmi Note 13 Pro câmera traseira (Jucyber/Canaltech)
Redmi Note 13 Pro
Redmi Note 13 Pro câmera frontal modo retrato (Jucyber/Canaltech)
Redmi Note 13 Pro
Redmi Note 13 Pro câmera frontal (Jucyber/Canaltech)

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ASSISTA: Xiaomi Redmi Note 14 Pro+ 5G: um “top de linha de entrada”?

 

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Preconceito em vender trava criadores e público 60+ é oportunidade, diz Hotmart

A barreira que impede a maioria dos criadores de conteúdo de transformar audiência em receita não é a falta de estratégia ou de ferramentas, mas um obstáculo comportamental: o “preconceito com vender”. O diagnóstico é de Alexandre Abramo, diretor de Desenvolvimento de Mercado da Hotmart, em entrevista exclusiva ao Canaltech durante o Hotmart FIRE 2025.

Segundo o executivo, a maior parte das dificuldades de monetização nasce de uma trava interna do próprio criador. “Eu vou chutar um número, e isso é sempre horrível de fazer, mas eu chutarei que 80% das pessoas que têm dificuldade de rentabilizar conteúdo é porque tem preconceito com vender”, afirmou Abramo.

Ele detalha que essa barreira se manifesta como vergonha, insegurança ou a dúvida sobre a qualidade do que se oferece. “Enquanto a pessoa não acreditar que o que ela tem serve para ser vendido para alguém, esquece, não tem estratégia que funcione”.


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Para Abramo, a solução passa primeiro por essa mudança de mentalidade. Só então a estratégia se torna eficaz. E a principal delas, segundo ele, é ouvir. “O maior erro desse mercado é você fazer o produto que você acha que é esse o produto que você deve fazer. Quem tem que te contar o produto é a sua audiência. Uma vez que sua audiência te falou o que ela espera de você, aí sim você senta, transforma isso numa coisa estruturada e paga”.

Oportunidade ignorada: o público 60+

Se por um lado o erro é interno, a maior oportunidade de mercado, segundo Abramo, está em um público amplamente ignorado. Não se trata de um nicho temático, mas demográfico.

“Para mim, o lugar onde tem mais oportunidade hoje nesse mercado, o lugar mais deixado de lado e talvez o lugar onde mais tenha dinheiro é no público de 60 mais”, aponta.

Ele contesta a percepção de que essa faixa etária tem baixa afinidade com a tecnologia, usando exemplos pessoais. “Minha mãe tem 73 anos, já consome conteúdo e faz compra online. Daqui a pouco, o pessoal de 60 que chega já é superconectado. É muita gente com capacidade de compra e que hoje é deixada meio de lado”.

A luta pela atenção e a insegurança da IA

O Diretor de Desenvolvimento de Mercado da Hotmart, que fez uma transição de carreira da comunicação em grandes indústrias para o mercado digital, também abordou os desafios macro do setor. O principal deles é a competição pelo foco do consumidor.

“A luta por atenção é o desafio monumental do mercado de criação de conteúdo, porque é muito estímulo”, define Abramo.

Em paralelo, a velocidade das inovações tecnológicas, impulsionada pela inteligência artificial, gera um paradoxo de oportunidade e insegurança. “As pessoas ficam quase perdidas, do tipo ‘como eu uso isso?’. Elas não sabem nem o que têm que estudar, porque não tem ninguém para te falar. É tudo novo”.

Abramo também falou sobre o futuro do jornalismo nesse cenário de transformação digital. Para ele, a profissão vive uma fase ambígua: ao mesmo tempo em que os grandes veículos enfrentam dificuldades, nunca foi tão acessível para jornalistas criarem e distribuírem conteúdo próprio. “Nós estamos no melhor momento da história para ser jornalista, porque nunca foi tão fácil produzir conteúdo por conta própria”, resumiu.

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Review Zeekr X: SUV chinês tem desempenho de esportivo e personalidade própria

Em 2021, antes da escalada nacional e global dos carros chineses, o Grupo Geely — que também controla Volvo e Polestar — decidiu entrar no mercado de luxo com uma nova marca para competir com empresas consolidadas como BMW e Mercedes. Assim nasceu a Zeekr.

Dois anos depois, foi lançado na China o Zeekr X, modelo responsável por ocupar a prateleira inicial da marca, sendo o veículo mais acessível da empresa. E parece estar cumprindo bem esse papel.

Com 4,43 m de comprimento, 2,03 m de largura, 1,57 m de altura e 2,75 m de entre-eixos, o X é um SUV médio 100% elétrico com design alternativo e atraente.


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Diferente de outros modelos elétricos, ele vai além da proposta de “carro genérico chinês”. O Zeekr X entrega personalidade, potência e recursos inusitados.

Zeekr X vai além da proposta do “carro genérico chinês” (Imagem: Lucas Parente/Canaltech)

Prós

  • Desempenho
  • Dirigibilidade
  • Conectividade
  • Acabamento interno

Contras

  • Autonomia limitada
  • Porta-malas pequeno

Conectividade, tecnologia e segurança

Antes de falar em motorização e design, vale destacar as tecnologias embarcadas no Zeekr X. O SUV utiliza o chip Qualcomm Snapdragon 8155, responsável por comandar o sistema multimídia. Com processadores de 7 nm, 16 GB de RAM e 128 GB de armazenamento, ele garante ótima fluidez e resposta rápida.

O sistema inclui assistente de voz inteligente e suporte para atualizações OTA (over-the-air), tudo rodando em uma central multimídia de 14,6”. Há ainda um painel digital de 8,8” e um head-up display.

Mas não é só isso: o Zeekr X traz recursos curiosos. Ele conta com alto-falantes externos capazes de reproduzir sons inusitados — como miados de gato, ronco de carro esportivo, relincho de cavalo ou até uma mensagem de agradecimento a outros motoristas.

Cabine do Zeekr X tem acabamento de primeira e muita tecnologia (Imagem: Lucas Parente/Canaltech)

Outro destaque é o modo Show de Luzes, que combina dois sons pré-programados (marcha nupcial e rock) com um verdadeiro espetáculo de iluminação interna e externa. É um recurso supérfluo, mas divertido.

No quesito segurança, o modelo vem de série com seis airbags, estrutura reforçada e o sistema Zeekr AD, que reúne cinco câmeras de alta definição, radares de ondas e 12 radares ultrassônicos. Entre os recursos de assistência, destacam-se o piloto automático adaptativo — rápido e eficiente — e o assistente de centralização de faixa, que pode ser incômodo em tráfego intenso, mas funciona bem quando exigido.

Recursos de assistência à direção funcionam bem quando exigidos (Imagem: Lucas Parente/Canaltech)

 

Conforto e experiência ao volante

O Zeekr X é vendido no Brasil em duas versões: Premium e Flagship. A versão testada foi a Flagship, equipada com dois motores elétricos, que entregam 428 cv e 55 kgf/m, além de tração integral. Com isso, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 3,8 s — números impressionantes para um carro dessa proposta.

O desempenho é arrebatador. O torque instantâneo em conjunto de motores elétricos com mais de 400 cv oferecem um frio na barriga a cada acelerada — que também pode ser comparado a um soco na barriga, só que divertido. 

Mas o X não vive só de números. Ele é também muito confortável, com dinâmica equilibrada e direção bastante responsiva. A suspensão, no entanto, transmite mais o curso na parte traseira — nada desconfortável, mas perceptível para quem viaja no banco de trás. Ainda assim, está longe de ser tão parecida com modelos como o BYD Dolphin Mini, que pula bastante.

Zeekr X tem tocada equilibrada, mas ajustes de suspensão e autonomia poderiam ser melhores (Imagem: Lucas Parente/Canaltech)

O maior ponto de atenção é a autonomia. A bateria de 66 kWh (NMC) oferece apenas 304 km no ciclo do Inmetro. É menos que a versão de entrada, que chega a 332 km por ter apenas tração traseira.

“Uma bateria de maior porte poderia ter sido utilizada para oferecer maior alcance ao SUV.”

— Lucas Parente

Desig e acabamento

Seguindo a linha da Zeekr, o X aposta em um design moderno e cheio de personalidade. Na dianteira, o SUV exibe DRLs afilados em posição elevada, enquanto os faróis full-LED ficam discretamente posicionados logo abaixo. O capô mais baixo reforça a sensação de frente afunilada.

Na lateral, chamam atenção os vincos marcantes, as maçanetas embutidas com abertura automática e as rodas de 20” de alumínio. Na traseira, as lanternas interligadas trazem um friso em preto brilhante, mas com separação central destacando o logo da Zeekr, dando identidade própria.

Maçaneta embutida é toque charmoso do design do Zeekr X (Imagem: Lucas Parente/Canaltech)

Por dentro, a cabine alia tecnologia e acabamento refinado. Além das duas telas principais, há abundância de materiais soft touch e detalhes bem-acabados. Entre os destaques estão:

  • Carregador por indução de 50 W
  • Encosto central com porta-copos e porta-objetos cobertos por esteira
  • Saídas USB-C e gancho retrátil
  • Bolsinha no painel substituindo o porta-luvas tradicional
  • Bancos dianteiros com aquecimento, massagem, ajustes elétricos e memória (com ventilação apenas no assento do motorista)
  • Sistema de som assinado pela Yamaha
  • Ar-condicionado digital de duas zonas com saídas dedicadas para o banco traseiro nas colunas
Espaço interno do SUV chinês é bem aproveitado e tem materiais de ótima qualidade (Imagem: Lucas Parente/Canaltech)

O espaço interno é bem aproveitado, graças ao entre-eixos de 2,75 m, acomodando confortavelmente todos os ocupantes. O ponto fraco fica por conta do porta-malas, de apenas 362 litros.

Concorrentes

No Brasil, o Zeekr X parte de R$ 298 mil na versão Premium e vai até R$ 338 mil na Flagship.

O rival mais próximo é o Volvo EX30, que compartilha a mesma plataforma e até motorização na versão de entrada. O EX30 começa em R$ 229 mil, mas com menos equipamentos. A versão Ultra, em torno de R$ 300 mil, se alinha mais ao X.

Zeekr X compartilha plataforma com o “primo” Volvo EX30, um de seus rivais no segmento (Imagem: Lucas Parente/Canaltech)

Ainda assim, o Zeekr X busca se diferenciar pelo design mais ousado e acabamento mais sofisticado.

Outro concorrente é o Renault Megane E-Tech, com autonomia semelhante, mas potência bem inferior (220 cv).

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“Além de oferecer mais itens de conforto, o Zeekr X consegue se posicionar um degrau acima de seus concorrentes, seja em motorização ou refinamento.”

— Lucas Parente

Vale a pena comprar o Zeekr X?

A decisão final depende do perfil do comprador. De forma geral, o Zeekr X faz sentido para quem busca conforto, segurança, acabamento superior e uma dirigibilidade empolgante.

A autonomia pode ser um limitador para viagens longas, mas, no uso urbano e diário, não chega a comprometer a experiência.

Zeekr X foge do padrão dos carros chineses “genéricos” (Imagem: Lucas Parente/Canaltech)

*A unidade do Zeekr X testada para esse review foi gentilmente emprestada ao Canaltech pela Zeekr International

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8 erros que a Sony não pode cometer no PlayStation 6

Ainda que seus recursos estejam no campo das especulações, é um fato que a Sony já trabalha no PlayStation 6 e ele — eventualmente — será lançado. Porém, com diversas polêmicas ao redor da geração PS5, ele precisa mostrar um grande diferencial para manter seu público.

Dito isso, a companhia precisa seguir uma série de diretrizes para fazer o coração dos fãs bater de novo e fazer a sua base crescer ainda mais. E uma delas é não repetir alguns problemas que foram vistos nos últimos anos e que assombram o público até os dias atuais.

E você, sabe quais são os 8 erros que a Sony não pode cometer no PlayStation 6? Nós do Canaltech listamos eles para entender se a “next-gen” promete mesmo ou se será outro ponto fora da curva no sucesso da marca.


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8. Jogos como serviço

Há alguns anos o público não vê um novo God of War, Spider-Man, Uncharted, Days Gone e outro grande sucesso da Sony. Sabe o porquê? Por causa da estratégia da empresa de focar em Game as a Service (GaaS, para os íntimos).

Assim como Fortnite e Rainbow Six Siege, eles queriam surfar na onda dos jogos multiplayer com microtransações e isso já se mostrou um grande erro — não só pela ausência de franquias de peso por 2 anos, mas também por não dar o retorno financeiro esperado (exceto por Helldivers 2, claro). 

Imagem de Helldivers 2
Helldivers 2 é uma exceção entre os GaaS que deram certo na Sony (Imagem: Divulgação/Arrowhead Game Studio)

7. PS Plus inacessível

Assim como todos sabem (se você não sabe, vai saber agora), o multiplayer online é um recurso permitido em milhares de experiências. Quem bloqueia o acesso é a Sony, sob a premissa de que você deve pagar uma assinatura para acessar um recurso básico de seu jogo.

Os planos vão de R$ 359,90 a R$ 691,90 anuais, preços muito elevados para curtir partidas com seus amigos. O serviço tem jogos grátis, salvamento de dados em nuvem, uma biblioteca aberta de jogos retrô, mas eles deviam dar uma opção acessível para o público apenas jogar e ser feliz. Ou cortar de vez essa cobrança, o que também seria muito agradável. 

Imagem da PS Plus
O multiplayer online é barrado pela assinatura da Sony (Imagem: Divulgação/Sony)

6. Suporte geracional

O PS5 demorou para engrenar (muito por conta da pandemia, temos de reconhecer), mas esse erro não pode ser repetido pela Sony no PlayStation 6. Em palavras mais populares, eles têm de vir já com os dois pés na porta e mostrar o potencial do videogame logo de cara.

Muitos títulos grandes do PS5 vieram também para o PS4, o que deixou muita gente confortável na geração anterior (o que também é bom), mas fez quem tinha o console mais recente pensar que seria melhor não ter comprado o videogame durante os primeiros anos. Este erro não pode se repetir, caso eles queiram uma relação mais saudável com seu público.

Imagem de Returnal
Poucos jogos lançados exclusivamente para o PS5 chamaram a atenção (Imagem: Divulgação/Housemarque)

5. Comunicação péssima

Se a Sony tem um problema, ele se chama comunicação. Jogos anunciados que demoram anos para receber qualquer novidade (alô Marvel’s Wolverine), aumento no valor do preço de todos seus produtos e serviços em períodos questionáveis e decisões controversas foram vistas aos montes nos últimos anos.

Isso ser repetido no PlayStation 6 causaria um grande impacto nos fãs, ao menos naqueles que permanecerem na plataforma na próxima geração. Um canal direto com o consumidor, presença em eventos, constância de comunicação e outros fatores pode se tornar muito benéfico para a imagem da companhia nos anos que virão — para eles e para o público, obviamente.

Imagem de Marvel's Wolverine
Marvel’s Wolverine foi uma promessa para o PS5 e deve chegar apenas no PlayStation 6 (Imagem: Reprodução/Sony)

4. Estratégia fechada

A Sony demorou anos para levar seus principais jogos para outras plataformas. Muito se esperou até chegar LEGO Horizon Adventures ao Switch, vários games de suas franquias nos PCs e finalmente Helldivers 2 nos consoles Xbox. Ainda que o futuro se mostre favorável, é necessário que eles “abram mais” as comportas.

Com a Microsoft abaixando os muros e levando seus principais títulos ao PS5 — e vendendo mais do que a própria PlayStation em seu ecossistema — é hora deles reverem sua estratégia e adotarem uma postura multiplataforma. Nem precisa ser com TUDO, mas é importante cativar os fãs independentemente do hardware que eles escolherem.

Imagem de LEGO Horizon
LEGO Horizon Adventures foi o primeiro jogo da Sony que chegou no Nintendo Switch (Imagem: Divulgação/Sony)

3. Serviço da PSN

Quedas, vazamento de dados, instabilidade e outros problemas são comuns na PlayStation Network (PSN). Desde o lançamento no PS3 que isso ocorre e é mantido nos dias atuais — com apagões e outros casos comprovando que eles ainda precisam evoluir muito no quesito redes e servidores.

Levando em consideração que os jogadores pagam pelo serviço que é oferecido, é essencial que a Sony reveja isso para trazer uma melhor experiência e segurança ao público com o PlayStation 6. A demanda já é antiga, mas também é necessária e exige uma grande atenção da companhia.  

Imagem da PSN
Muitos problemas cercam a PSN até os dias atuais (Imagem: Reprodução/Sony)

2. Preços baseados em dólar

Steam, Nintendo e Xbox praticam a venda de jogos no Brasil de forma localizada, adotando preços que têm base no real e na economia nacional. Sabe quem não faz isso? A Sony. Por qual razão os donos de PS4 e PS5 têm de pagar mais caro pelos mesmos jogos que são baratos nas outras plataformas?

A resposta é que a companhia pratica cobrança baseada no dólar. Se ele sobe, o valor dos games sobe junto (o mesmo não ocorre se ele cai, o que é curioso). Com o PlayStation 6, é a chance ideal deles olharem com mais carinho para o nosso mercado e cobrar um preço mais justo e compatível com a economia. 

Imagem da PS Store
O PlayStation 6 tem a chance de mudar a precificação na PS Store (Imagem: Divulgação/Sony)

1. Abandono de franquias

Você se lembra de inFAMOUS, Jak & Daxter, Resistance, Twisted Metal e SOCOM? Se não, isso não tem problema, já que a Sony também não se lembra de suas grandes franquias que ficaram apodrecendo no passado, presas em épocas e gerações imemoráveis. 

Até Uncharted caiu no esquecimento, uma das maiores franquias que o PlayStation já teve nos últimos anos. No PS6 muitas delas podem voltar ou ao menos mostrar que não estão abandonadas — talvez com aquele PlayStation All-Stars Battle Royale ou outras ações como as vistas no jogo Astro Bot, lançado em 2024.

Imagem de Uncharted
Nem Uncharted se salvou da geladeira do PlayStation (Imagem: Divulgação/Sony)

O PlayStation 6 tem uma grande missão

A Sony sempre acertou nos consoles “pares”, tanto que o PS2 foi o videogame mais vendido de todos os tempos e o PS4 ampliou muito a sua base de fãs. O PlayStation 6 precisa manter este legado e representar outro grande pilar na indústria gaming, assim como os demais foram.

Porém, para isso, é preciso que a Sony não cometa os seguintes erros:

  1. Abandono de franquias
  2. Preços baseados em dólar
  3. O serviço da PSN
  4. Estratégia fechada
  5. Comunicação péssima
  6. Suporte geracional
  7. PS Plus inacessível
  8. Jogos como serviço

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Filtro HEPA: o que é, como funciona em aspirador, ar-condicionado e purificador

Sabe aquela pecinha que você tira do robô aspirador para limpar, que parece uma janelinha sanfonada? Muita gente bate, lava e recoloca sem pensar muito. Essa peça é o filtro HEPA.

Saiba o que é um filtro HEPA, em quais aparelhos é utilizado e como pode fazer diferença na sua saúde e em sua casa.

O que significa a sigla HEPA? 

HEPA é a sigla em inglês para High-Efficiency Particulate Air, ou seja, filtro de alta eficiência para partículas suspensas no ar. Ele captura partículas minúsculas, de até 0,3 microns, retendo 99,97% delas.


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  • Como funciona um filtro HEPA

Infelizmente um filtro HEPA não pode salvar você de um ataque químico ou biológico como nos filmes, pois sua função não é reter gases ou vapores tóxicos. Suas fibras interceptam partículas maiores em contato direto, depois as médias que não desviam e, por último, as ultrafinas. É como um “efeito dominó”.

Ele garante que aspiradores capturem poeira, em vez de devolvê-la ao ambiente. Sem o filtro, as partículas finas podem ficar suspensas por semanas e atacar rinites e alergias.

 

O que fica preso no filtro

  • Ácaros e resíduos;
  • Poeira fina;
  • Mofo, bactérias e vírus;
  • Pólen;
  • Parte da fumaça de cigarro e da poluição.

O que o filtro não captura

  • Gases e vapores;
  • Odores em geral.

Além do aspirador: onde são encontrados

Filtros HEPA também são encontrados em purificadores de ar e aparelhos de ar-condicionado (Imagem: Erick Teixeira/Canaltech)

Filtros HEPA também estão em purificadores de ar, sistemas de ar-condicionado, hospitais, escolas e indústrias que exigem “salas limpas”. Eles podem ser retangulares, cônicos ou similares a filtros de carro. O que importa é a eficiência, não o formato.

Onde comprar filtros HEPA

Estão disponíveis em grandes lojas, especializadas em ar-condicionado e aspiradores ou fornecedores de equipamentos de saúde. A escolha depende do seu uso e da quantidade que pretende adquirir.

Posso lavar um filtro HEPA?

Sim. Após o uso, eles acumulam sujeira e devem ser lavados. Verifique o manual do aparelho, mas a maioria recomenda água corrente e secagem completa antes do uso.

Tenha um filtro extra por segurança

Se o seu aparelho usa HEPA, considere ter um reserva. Muitos deixam de ser fabricados. Adriano Ponte, apresentador do Canaltech, contou que tinha um aspirador de 10 anos, funcional, mas ficou sem utilidade por não encontrar filtros à venda.

Mesmo laváveis e duráveis, vale a pena ter um sobressalente. Se for barato, pode evitar que o aparelho fique sem uso no futuro.

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Antes de gastar R$ 4 mil numa e-bike, veja essas 5 dicas essenciais

Comprar uma bicicleta elétrica pode ser uma excelente alternativa para quem busca praticidade, economia e agilidade no deslocamento urbano. O interesse por esse meio de transporte vem crescendo no Brasil — principalmente para quem vive nas grandes cidades e precisa escapar do trânsito ou dos custos com combustível

Apesar da popularidade, ainda existem muitas dúvidas sobre como funcionam as e-bikes, onde elas podem circular e quais são as regras estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para seu uso. 

Pensando nisso, o CT Auto listou abaixo o que você precisa saber antes de comprar sua e-bike:  


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1. Como funciona a bicicleta elétrica?

Como o nome indica, as bicicletas elétricas têm um motor auxiliar alimentado por bateria, que é acionado quando o usuário pedala. Segundo o Contran, a velocidade máxima delas deve ser de 32 km/h. 

Como o nome indica, as e-bikes têm motor (AlkeMade/Pixabay)

Vale lembrar que os veículos com acelerador manual cuja velocidade máxima chega a 50 km/h são caracterizados como ciclomotores.  

2. Precisa de registro ou documentação? 

Ao contrário do que a lei exige para carros e motos, não é necessário registro, licenciamento ou emplacamento para circular com uma bicicleta elétrica.

As bicicletas elétricas não exigem documentação (Divulgação/Porsche)

Segundo a Resolução 996/2023 do Conselho Nacional de Trânsito, bicicletas elétricas, bem como equipamentos autopropelidos (como patinetes elétricos) não precisam de documentação. 

3. Onde pode circular? 

As e-bikes podem rodar nas ciclovias e ciclofaixas sempre acompanhando o limite máximo da via. Ainda, estas bicicletas só podem rodar nas ruas com velocidade máxima de 40 km/h.

Pode usar a bicicleta elétrica na calçada, mas só se for a até 6 km/h (Divulgação/Tern)

Finalmente, só é permitido usar e-bike nas calçadas à velocidade máxima de 6 km/h.

4. Quanto custa uma bicicleta elétrica?

Pois é, o preço costuma ser um dos maiores obstáculos para quem pensa em adquirir uma bicicleta do tipo.

Bicletas elétricas podem custar mais de R$ 10 mil (Erik Mclean/Unsplash)

Enquanto uma bicicleta convencional pode custar a partir de R$ 400, os modelos elétricos começam em torno de R$ 3.000 e podem chegar a R$ 16.000, dependendo da marca e dos recursos oferecidos.

5. E as desvantagens? 

Além de exigirem investimento alto, as bicicletas elétricas não são tão práticas quanto as convencionais por causa dos componentes extras, como motor e bateria, que as tornam mais pesadas. Além disso, a manutenção e reparos destes itens pode acabar rendendo custos extras.

O peso pode ser um obstáculo para quem quer uma bicicleta elétrica (Divulgação/Ampler)

Como a autonomia das baterias varia de acordo com o modelo, vale ter em mente o tamanho do trajeto que vai ser percorrido com a e-bike para evitar surpresas desagradáveis.  

Leia também:

Vídeo: Baterias BYD Blade — a verdade definitiva

 

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Quais ferramentas de IA podem ajudar a otimizar fluxos de trabalho?

Ferramentas baseadas em IA ajudam a reduzir tarefas repetitivas, otimizar processos e permitir que profissionais foquem em atividades de maior valor estratégico.

De plataformas corporativas a soluções acessíveis ao público em geral, há uma série de opções no mercado que podem facilitar o trabalho em diferentes áreas.

Cinco fluxos de trabalho que podem ser otimizados com IA 

De plataformas corporativas à soluções acessíveis ao público em geral, o mercado já oferece opções para facilitar fluxos de trabalho em diferentes áreas de forma gratuita, ou com planos pagos. Confira cinco exemplos:


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1. Criação e revisão de conteúdos

Profissionais que lidam com relatórios, e-mails ou marketing digital podem economizar tempo usando revisores automáticos e geradores de conteúdo com IA. Ferramentas como Grammarly e Jasper AI podem ajudar nesses processos.

  • Grammarly: revisa textos em tempo real, sugerindo correções gramaticais, de clareza e até de tom de voz. Possui versão gratuita e uma premium com recursos avançados;
  • Jasper AI: atua na geração de textos para blogs, campanhas de marketing e roteiros, oferecendo modelos prontos e personalizáveis. Contudo, possui apenas uma versão paga. 

2. Atendimento ao cliente

Chatbots e assistentes virtuais baseados em IA conseguem assumir o primeiro contato com clientes, resolver dúvidas frequentes e direcionar solicitações complexas para atendentes humanos. Duas opções de ferramentas são:

  • Zendesk AI: organiza tickets, sugere respostas automáticas e prioriza atendimentos. Os recursos de IA estão incluídos proporcionalmente nos planos pagos;
  • Intercom Fin AI: funciona como assistente conversacional, entendendo dúvidas mais complexas e oferecendo respostas rápidas ou encaminhando ao time humano. Possui planos pagos a partir de US$ 0,99.

3. Automação de processos de negociações

Plataformas de IA também são usadas para automatizar aprovações internas, integrar planilhas a sistemas de vendas, gerar relatórios e monitorar metas em tempo real. Ferramentas como Power Platform, da Microsoft e Zapier AI ajudam a economizar tempo em tarefas administrativas e a reduzir erros manuais.

  • Power Platform: permite criar integrações entre planilhas, e-mails e sistemas corporativos. Possui versão de teste gratuita e assinatura paga; 
  • Zapier AI: conecta diferentes ferramentas e automatiza fluxos, como transferir dados de formulários para planilhas ou enviar relatórios automáticos. Oferece planos pagos a partir de uma versão básica.

4. Análise de dados e relatórios

Fluxos que envolvem análise de dados, como vendas, marketing ou operações, podem ser acelerados com ferramentas que identificam padrões e oferecem insights, principalmente quando se trata de grandes bases de dados. Plataformas da Salesfoce são uma ótima opção para essas atividades. 

  • Tableau (Salesforce): cria dashboards interativos, analisa tendências e sugere ações com base nos dados. Está disponível em diferentes produtos da Salesforce, mas é uma solução paga.

5. Gestão de projetos e produtividade

Organizar tarefas, acompanhar prazos e manter equipes alinhadas pode ser mais fácil com plataformas que usam IA para otimizar a rotina. Algumas ferramentas são:

  • Notion AI: gera resumos automáticos de reuniões, cria listas de tarefas a partir de anotações e sugere cronogramas gratuitamente, ou através de assinaturas com recursos expandidos;
  • ClickUp AI: auxilia na priorização de atividades, elaboração de relatórios e até na previsão de prazos com base em históricos de projetos por meio de uma versão gratuita limitada e planos pagos com mais recursos. 

Leia mais:

VÍDEO: MÁQUINA DO TEMPO: SITE DA MICROSOFT ANTIGAMENTE

 

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Processador usado vale a pena? 5 cuidados ao comprar

Apesar de processadores de última geração serem caros, esse segmento não sofre tanto como as placas de vídeo. CPUs mainstream passam de R$ 2.000 e os modelos topo de linha chegam facilmente aos R$ 4.000, dificultando bastante a montagem de um PC de alto desempenho para quem tem um orçamento apertado. A saída é o mercado de usados, que não só tem os últimos processadores mais baratos, como também outros mais antigos e ainda poderosos.

Como o mercado de usados é meio que uma terra de ninguém, é preciso muito cuidado na hora de comprar o seu sonhado processador de segunda mão.

Pensando nisso, o Canaltech listou 5 cuidados essenciais que você deve ter na hora da comprar uma CPU usada.


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1. Compatibilidade com a placa-mãe

Este é o primeiro e mais importante passo. Diferente de uma placa de vídeo, que tem compatibilidade muito mais ampla, um processador só funciona em placas-mãe específicas. É preciso verificar três pontos cruciais. O primeiro deles é o socket, que é o encaixe físico do processador (ex: AM4 da AMD; LGA-1700 da Intel). A CPU precisa ser adequada para aquele determinado socket, senão o encaixe não acontece.

O socket AMD AM5 se parece com o Intel LGA-1851, cuidado! (Imagem: ASUS/Divulgação)

Além disso, o chipset da placa-mãe precisa ser compatível, então consulte o site da fabricante para ver a lista de CPUs suportadas. Sem contar que não vale a pena comprar uma CPU topo de linha e ter uma placa com chipset de entrada, deixando o cérebro do PC subutilizado.

Por fim, mesmo com tudo certo, pode ser necessário atualizar a BIOS para que o processador funcione. É comum gerações de processadores posteriores ao lançamento de uma série de chipset precisarem de BIOS específica para funcionarem. Então verifique se a sua já está na versão correta.

2. Relação entre preço e desempenho

O mercado de usados não tem regras de preço. É comum encontrar processadores topo de linha de 5 anos atrás por um preço similar a um modelo intermediário novo. Um Ryzen 7 5800X usado pode ser encontrado por cerca de R$ 1.500, por exemplo, e tem desempenho em jogos inferior a um Ryzen 5 9600X custando a mesma coisa, que ainda oferece tecnologias mais recentes e maior eficiência energética.

Fique de olho em testes de canais com respaldo para garantir que a economia no preço se traduza em um bom desempenho. Se mantenha informado para que não seja passado a perna em uma negociação.

 

3. Verificação do estado físico

Processadores são peças robustas e muito raramente apresentam problemas, mas o manuseio incorreto pode danificá-los permanentemente. Diferente de placas de vídeo, conseguimos verificar na hora da negociação (se for presencial) como está seu estado físico. Nos modelos da AMD AM4 (socket PGA), a atenção deve ser total aos pinos, verificando se não há nenhum torto ou quebrado. Já nos processadores da Intel (soquete LGA), a inspeção se concentra nos contatos dourados e nos pequenos componentes da placa, buscando por arranhões ou danos.

Vale lembrar que os Ryzen 7000, 8000 e 9000 não contam mais com os pinos e são como os Intel Core. Em ambos os casos, é importante olhar a placa (PCB na parte inferior) em busca de rachaduras e o protetor metálico (IHS) por riscos muito profundos, que podem indicar processos arriscados como o “delid“.

4. Segurança na compra

A regra de ouro é: compre em lugares que ofereçam proteção ao comprador. Plataformas como Mercado Livre e OLX garantem a devolução do dinheiro caso o produto não funcione, oferecendo um prazo de 7 dias para testes, o que é essencial. Evite negociações diretas via redes sociais ou WhatsApp, pois não oferecem nenhuma garantia. Verifique sempre o histórico e a reputação do vendedor, pois isso é um forte sinal de confiança.

5. Testes após a compra

Com o processador instalado, a primeira ação é a verificação. Use programas como o CPU-Z para confirmar se o modelo recebido é o que você comprou e se as especificações batem com o site oficial do produto. Em seguida, passe para os testes de desempenho com softwares como o Cinebench, comparando a pontuação com resultados na internet para ver se está dentro do esperado.

A etapa final é o teste de estresse e temperatura. Utilize o Prime95 ou AIDA64 para levar o processador ao limite e monitore as temperaturas. Se o computador travar ou a temperatura subir demais (acima de 95°C, ou até menos caso tenha um bom cooler), pode haver um problema, principalmente se a pasta térmica foi aplicada corretamente.

Caso use o Prime95, rode junto o HW Monitor para ver as temperaturas, consumo e clocks (Imagem: Raphael Giannotti/Canaltech)

Nesses casos, o problema é interno. Um delid mal executado, por exemplo, pode causar danos irreversíveis ao processador. Além disso, se ele operou sob carga pesada e estressado com temperaturas altíssimas por muito tempo, existe um risco (embora baixo) de que a CPU pode ter queimado.

Conclusão

Placas de vídeo e processadores usados são uma ótima saída para um orçamento apertado. Se você conseguir executar cada uma das dicas acima, vai evitar dores de cabeça e garantir um bom componente para sua necessidade, livre de defeitos e problemas para rodar seus jogos e programas tranquilamente.

O ideal é sempre ir com peças novas, com a garantia de que está funcionando, e mesmo que tenha um defeito, a troca é feita imediatamente. Porém encontrando o vendedor certo, sua peça usada pode render muito também.

Veja mais do CTUP:

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Como retirar o selo do Instagram no Threads

O selo do Instagram no Threads serve para mostrar que os dois perfis estão conectados e facilitar que outras pessoas encontrem sua conta. Mas, se você não quiser essa integração visível, pode desativar o recurso para manter os perfis separados.

A seguir, confira:

  • Como retirar o selo do Instagram no Threads?
  • Como retirar o selo do Threads no Instagram?
  • Como postar no Threads e não aparecer no Instagram?
  • Tem como tirar a sugestão de Threads do Instagram?
  • Como deixar o perfil do Threads privado?
  • Dá para ocultar quem eu sigo no Threads?

Como retirar o selo do Instagram no Threads?

Se você não quer que o selo do Instagram apareça no seu perfil do Threads, é possível desativar a opção:


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  1. Abra o Threads e clique no ícone de perfil;
  2. Toque em “Editar perfil”;
  3. Desmarque a opção “Mostrar selo do Instagram”.
    Passos para remover selo do Instagram do Threads
    Redes sociais são conectadas, mas dá para remover o selo do Instagram do seu perfil no Threads. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)

Como retirar o selo do Threads no Instagram?

Também dá para fazer o processo inverso e esconder o selo do Threads exibido no seu perfil do Instagram:

  1. Entre no Instagram e acesse seu perfil (círculo com sua foto);
  2. Clique em “Editar perfil”;
  3. Desmarque a opção “Mostrar selo do Threads”.
    Passos para remover o selo do Threads do Instagram
    Você também pode remover o selo do Threads da sua conta no Instagram. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)

Como postar no Threads e não aparecer no Instagram?

Caso não queira que suas publicações do Threads sejam exibidas como sugestões no Instagram ou no Facebook, basta ajustar as permissões do app:

  1. Clique no ícone de perfil;
  2. Toque no ícone de duas linhas para acessar as configurações;
  3. Vá em “Privacidade”;
  4. Entre em “Sugerir posts em outros apps”;
  5. Desmarque “Usuários do Instagram” e “Usuários do Facebook”.
    Passos para desativar as sugestões de posts do Threads no Instagram e Facebook
    Por padrão, as postagens do Threads são sugeridas no Instagram e Facebook, porám dá para desativar essa opção. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)

Tem como tirar a sugestão de Threads do Instagram?

Não é possível remover as sugestões de posts do Threads exibidas no Instagram. A única opção é desativar a permissão para que a Meta use suas publicações do Threads nessas recomendações.

Como deixar o perfil do Threads privado?

Se você não quer que qualquer pessoa veja suas publicações, pode tornar seu perfil privado com poucos passos:

  1. Clique no ícone de perfil;
  2. Vá em “Editar perfil”;
  3. Marque a opção “Perfil privado”.
    Passos para deixar o perfil privado no Threads
    Para deixar o perfil privado, basta editar as configurações do perfil. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)

Dá para ocultar quem eu sigo no Threads?

No Threads, não existe uma forma de ocultar a lista de quem você segue, já que essa informação é pública por padrão. O que você pode fazer é deixar sua conta privada, assim apenas pessoas que você aprovar poderão visualizar seus seguidores e seguidos.

Confira também:

VÍDEO: Tablets (baratos) para estudar ainda existem? Como escolher?

 

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Lenovo Legion Go 2 tem recursos e data de lançamento vazados

O Legion Go 2, novo console portátil da Lenovo, não é segredo, já que ele apareceu à venda por aí, sem contar vazamentos. O mais novo deles, inclusive, é um vídeo mostrando os principais recursos do aparelho, que será apresentado durante a IFA 2025 em setembro, segundo o famoso Evan Blass.

O vídeo revela que Lenovo Legion Go 2 (nome ainda não oficial) terá uma tela de 8,8 polegadas, com painel OLED e velocidade de 144 Hz com suporte a VRR (Taxa de Atualização Variável). Não foi revelada a resolução, mas rumores e vazamentos apontam para 2560×1600. Em geral, as especificações de tela são as mesmas da primeira versão do handheld, com exceção da tecnologia do painel.

Legion Go 2 parece com o primeiro, mas com hardware atualizado

Em seguida, o vídeo nos mostra que o console portátil da Lenovo terá leitor de digitais, muito provavelmente para desbloquear ou iniciar o aparelho. Os controles são destacáveis e o Legion Go 2 também oferece os modos console, tablet e FPS, assim como os outros modelos da série.


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O maior destaque do novo handheld, e que já não é surpresa agora, é o seu SoC: um AMD Ryzen Z2 Extreme. Esse chip também está presente no novo MSI Claw e chegará em outubro com o ROG Xbox Ally X. Estamos falando de 8 núcleos e 16 threads baseados em Zen 5 e a Radeon 890, com arquitetura RDNA 3.5, uma das melhores APUs mobile do mercado atualmente.

O Lenovo Legion Go 2 tem material resistente a digitais e fácil de ser limpado, e oferece mais conforto com os botões na parte de trás e no corpo do aparelho como um todo. Segundo informações ainda não-oficiais, o novo console portátil da Lenovo terá bateria de 74 Wh.

Segundo Blass, todo esse conjunto de hardware mobile será apresentado e lançado durante a IFA 2025, que acontece no primeiro fim de semana de setembro.

Veja mais do CTUP:

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5 carros antigos que hoje custariam uma fortuna, com a inflação

Opala Diplomata, Volkswagen Fusca, Fiat 147, Ford Corcel II e Chevrolet Monza: o que esses cinco carros têm em comum, além de serem ícones de décadas passadas no Brasil? O fato de que hoje, com os preços corrigidos pela inflação, custariam verdadeiras fortunas.

O CT Auto buscou ajuda na calculadora oficial do Banco Central do Brasil e, depois de muita pesquisa para descobrir os preços originais de cada um dos cinco modelos, calculou quanto valeriam, hoje, esses carros com o índice de inflação aplicado em cima.

Os preços dos icônicos modelos, apenas com a taxa do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) aplicada no período, ficaram altíssimos, às vezes compatíveis com valores hoje cobrados por carros topo de linha. Confira.


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5. Quanto custaria um Opala Diplomata hoje?

O Opala Diplomata, modelo que vendeu mais de 1 milhão de unidades até sair de linha, em 1992, era o ápice de quem aspirava ser alguém importante na vida, o sonho de 9 em cada 10 empresários importantes no país. Não à toa, custava uma verdadeira fortuna quando foi lançado pela General Motors: Cr$ 48.251.800, que equivalem a cerca de R$ 17,5 mil.

Opala Diplomata custaria uma verdadeira fortuna com a correção da inflação (Imagem: Divulgação/General Motors)

Aplicando-se sobre o preço original do Opala Diplomata da década de 1980 a correção da inflação pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o sedan da GM custaria, em 2025, R$ 237.673,27. Isso é dinheiro suficiente para quase comprar dois japoneses compatíveis com a “classe” do Diplomata, o Toyota Camry ou, então, o Honda Accord.

4. Volkswagen Fusca

O Volkswagen Fusca é um ícone da indústria automobilística mundial e, no Brasil, é amado por colecionadores até hoje, décadas após sua aposentadoria definitiva. De acordo com as pesquisas que realizamos, um Fusca 1994, em sua versão mais simples, saía por R$ 7.243,00 no ano em questão. E quanto será que ele custaria em 2025, com a correção pelo IPCA?

Fusca “do Itamar” valeria cerca de R$ 60 mil em 2025, com a inflação aplicada em cima (Imagem: Divulgação/Volkswagen)

O cálculo apontou um reajuste de 745,15% em cima do preço inicial, o que faria um Volkswagen Fusca 1994 custar hoje, com a inflação, R$ 61.214,16, preço digno de um verdadeiro “carro popular”, mas mais em conta do que o cobrado por Renault Kwid, Fiat Mobi ou Citroën C3, os mais baratos do mercado nacional atualmente.

3. Fiat 147

Sinônimo de carro barato, o que para alguns era sinônimo de “ruim”, o Fiat 147 é, na verdade, um pioneiro. O hatch foi o primeiro carro equipado com o motor Fiat Fiasa, um 1.0 transversal que veio a se tornar um dos mais famosos do Brasil. Ele foi, também, um dos primeiros carros do Brasil a utilizar álcool como combustível ao invés da gasolina, fato que lhe rendeu o carinhoso apelido de “Cachacinha”.

Fiat 147 valeria pouco mais de R$ 50 mil com a correção da inflação (Imagem: Leonardo Bussinger/Wikipedia/CC)

Em seu lançamento, no final da década de 1970 e, no início de 1980, o hatch custava Cr$ 143.820 (valor em cruzeiros, moeda corrente da época no país). Aplicando sobre esse valor os índices de correção pela inflação, descobrimos que o Fiat 147 custaria em 2025 R$ 50.099,88, valor bem inferior aos carros mais baratos do Brasil atualmente.

2. Ford Corcel II

Considerado um carro para pessoas de classe média alta, o Ford Corcel II tinha como principais rivais modelos como o Volkswagen Passat e o Dodge Polara, mas com algumas vantagens: era mais econômico, confortável e elegante que os concorrentes — e por um preço mais atraente. E quanto será que custaria um Ford Corcel II hoje, em 2025, considerando apenas a correção pelos índices de inflação? É isso o que o CT Auto vai revelar.

Corcel II seria um dos carros mais baratos do Brasil em 2025 (Imagem: Divulgação/Ford)

Descobrimos, em nossas pesquisas, que o clássico carro da Ford era vendido, em janeiro de 1980, por Cr$ 164.350,00 (cento e sessenta e quatro mil, trezentos e cinquenta cruzeiros, moeda corrente à época). O valor de um Corcel II em 2025, apenas com a correção da inflação, portanto, seria de R$ 57.103,07, e faria do ícone o carro mais barato do Brasil.

1. Chevrolet Monza

O Chevrolet Monza é mais do que um ícone da GM: é um carro que simbolizou luxo, sofisticação e desejo para muitos brasileiros nas décadas de 1980 e 1990 e, por isso, deixou saudades e um enorme vazio em muitos corações. Por tudo isso, e diante de um cenário no qual os sedans estão cada vez mais raros, fica a pergunta: quanto custaria um Chevrolet Monza 1994 hoje em dia, com a inflação?

Saudoso Monza valeria, hoje, quase R$ 200 mil com a inflação (Imagem: Divulgação/General Motors)

Em 1994, ano em que nasceu o Plano Real, o Monza era vendido pela GM em 6 versões distintas, com duas ou quatro portas e com motores diferentes: 1.8 ou 2.0. Para nossa reportagem, vamos adotar como padrão a versão topo de linha, Classic SE, comercializada por R$ 19.900,00. Hoje, com a inflação, o Chevrolet Monza Classic SE teria sofrido um ajuste de 745,15% pelo IPCA e, assim, custaria nada menos do que R$ 168.174,70.

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Vídeo: Hidrogênio é o combustível do futuro? Entenda essa história

 

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Luta de Classes: tudo sobre o novo filme com Denzel Washington

Luta de Classes, novo filme de Spike Lee (Infiltrado na Klan), chega em setembro ao Apple TV+. Estrelado por ninguém menos do que Denzel Washington (O Protetor), o suspense policial é uma produção da A24 e vem sendo apontado como um dos grandes títulos do segundo semestre apesar de seu lançamento quase sem alardes.

Mais uma colaboração de Lee e Washington, que já estiveram juntos em filmes como Malcolm X (1992), He Got Game (1998) e O Plano Perfeito (2006), o filme discute temas como desigualdade social, moralidade, justiça e ambição. Tudo isso em uma trama que fez bonito em sua estreia no Festival de Cannes e que chegou a estrear nos cinemas dos EUA antes de ganhar distribuição internacional no Apple TV+.

Tudo sobre Luta de Classes

A fim de preparar o público brasileiro para a estreia de Luta de Classes no streaming, o Canaltech montou um guia de tudo o que já sabemos sobre o filme, como enredo, elenco, equipe por trás da produção e data de estreia. Confira e já deixe o título anotado no calendário!


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Luta de Classes é um remake?

Sim, o filme de Spike Lee é um remake de Céu e Inferno, longa-metragem japonês lançado por Akira Kurosawa em 1963. Filme policial protagonizado por Toshiro Mifune (Os Sete Samurais), o título é um dos mais conhecidos da filmografia do cineasta, tendo chamado bastante atenção na época de seu lançamento pelo conflito moral no centro de sua narrativa.

Clássico do cinema japonês, o longa é ele próprio baseado em outro material preexistente: o livro King’s Ransom, de Ed McBain, escrito em 1959. Parte de uma série de romances e contos policiais lançados pelo autor, o título fez sucesso nos anos 1960, ganhando ainda mais notoriedade com o tempo.

Qual é a história do filme?

Luta de Classes, nova versão da obra de Spike Lee, promete focar sua história em David King, um magnata da música de Nova York, conhecido como um dos “melhores ouvidos do ramo”. Embora já tenha atingido muitos marcos profissionais, David deseja satisfazer um último desejo recomprando sua participação majoritária na Stackin’ Hits Records, gravadora que ele mesmo fundou, mas que acabou vendendo.

A decisão para voltar atrás tem ainda um motivo maior: a Stackin’ Hits Records corre o risco de ser comprada por uma gravadora rival. O que leva David, disposto a investir o dinheiro que for para impedir o negócio, a oferecer sua cobertura e sua impressionante coleção de arte de artistas negros para seus antigos sócios.

Denzel Washington dá vida a magnata da música em Luta de Classes (Imagem: Divulgação/Apple TV+)

O problema é que, em meio às negociações, David descobre que o filho de seu amigo e motorista Paul foi raptado ao ser confundido com o seu filho Trey, e agora os sequestradores querem o dinheiro que ele usaria na compra da gravadora como resgate.

Quem está por trás do crime é o aspirante a rapper Yung Felony, um rapaz que obriga David, ainda que involuntariamente, a descer do palacete luxuoso e privilegiado que conquistou de volta para o asfalto quente de Nova York a fim de entregar a recompensa pedida em dinheiro.

Quem faz parte do elenco do título da A24?

Além de Denzel Washington como o magnata David King, Luta de Classes conta ainda com Jeffrey Wright (Ficção Americana) como Paul Christopher, o amigo e motorista do protagonista; Aubrey Joseph (Bosco) como Trey King, filho de David; ASAP Rocky como Yug Felony, o rapper que sequestra o filho de Paul; e Ilfenesh Hadera (Baywatch: S.O.S. Malibu) como Pam King, esposa de David.

Completam o elenco do longa-metragem os atores Michael Potts (A Voz Suprema do Blues) e Wendell Pierce (The Wire), e as rappers Princess Nokia e Ice Spic.

Filme é remake de longa-metragem japonês (Imagem: Divulgação/Apple TV+)

Quem está na equipe da produção?

Além da direção de Spike Lee, Luta de Classes conta com roteiro de Alan Fox, e produção executiva de Todd Black por meio de sua empresa Escape Artists e de Jason Michael Berman pela Mandalay Pictures.

Matthew Libatique (Cisne Negro) é o diretor de fotografia do filme, enquanto ASAP Rocky, além de dar vida ao antagonista da trama, criou também duas músicas para sua trilha sonora: Both Eyes Closed e Trunks.

Quando Luta de Classes estreia no Apple TV+?

Luta de Classes chega em 5 de setembro ao Apple TV+.

Leia também:

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X-Men agora inventam que Fera virou vilão cretino por causa de “poder secreto”

Quem não costuma acompanhar os quadrinhos dos X-Men deve ainda guardar na memória aquela imagem do Fera como um mutante com aparência bestial e um coração enorme, com o comportamento de um jardineiro bonachão preso no corpo peludo de um bioquímico e geneticista brilhante — aquela versão noventista dos desenhos animados e da fase do Jim Lee nas HQs. Mas no papel a coisa é diferente, porque Hank McCoy conseguiu se tornar um cretino em duas continuidades diferentes. Para amenizar a imagem manchada, a Marvel Comics deu um jeitinho de inventar um “poder secreto” que explicar sua doideira.

Atenção para spoilers de  X-Men: Tooth and Claw #1!

Mais de 60 anos depois de sua estreia, a Marvel decidiu mexer em um dos pilares dos X-Men ao criar uma condição que entra como um remendo de continuidade retroativa no Fera, um dos membros originais do grupo.


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O quinteto fundador dos mutantes — Ciclope, Jean Grey, Anjo, Fera e Homem de Gelo — foi treinado pelo Professor X para aprender a controlar suas habilidades. Mas, aparentemente, o próprio Charles Xavier deixou passar um detalhe que reescreve a trajetória de McCoy.

De acordo com a trama de X-Men: Tooth and Claw #1, lançado recentemente, uma das mutações que o Fera sempre sofre de tempos em tempos gerou um instinto predatório silencioso. A trama, que faz parte do soft reboot mutante Das Cinzas, mostra McCoy explorando seus limites. É aí que ele descobre esse poder nunca revelado.

Imagem: Reprodução/Marvel Comics

Sua mutação não se resume à força, agilidade e aparência animalesca. Dentro dele, existe um instinto predatório capaz de suprimir sua moralidade. Esse detalhe explicaria por que, nos últimos anos, o herói se tornou cada vez mais babaca, frio, calculista e até cruel — culminando em sua fase como vilão, quando precisou ser substituído por uma versão clonada com a “personalidade antiga”.

Vale ressaltar que a Marvel já tinha mostrado uma versão cruel do Fera na saga A Era do Apocalipse, no anos 1990, com um comportamento narcisista e psicopata como um geneticista sem escrúpulos — bem parecido com a personalidade do Senhor Sinistro. E, na Era Krakoana, McCoy afundou de uma vez em sua experiências, de forma que não havia mais volta.

A Casa das Ideias judia bastante dos mutantes, e quase todos os membros originais dos X-Men amadureceram de forma bastante severa e debandaram — seja por conta de papeis maiores no Universo Marvel, a exemplo de Jean Grey e Tempestade; ou se tornaram muito sombrios como Fera e Xavier.

Aliás, recentemente, a Marvel usou a mesma tática para explicar a corrupção do Professor X, que descobriu um tipo de tumor que afetava seu cérebro e o levava a cometer atos insanos, como o planejamento de genocídio da raça humana no final da Era Krakoana

Bem, agora, o Fera clonado com a personalidade de 20 anos atrás desenvolveu uma injeção que pode “resetar” sua humanidade caso volte a perder o controle.

Trajetória zoada

Essa revelação se soma a outras habilidades pouco conhecidas do Fera. No passado, Mephisto revelou que Hank libera feromônios capazes de tornar as pessoas mais simpáticas a ele — um “poder social” que certamente ajuda na vida amorosa de um mutante peludo que não beija na boca desde a temporada que o Cabeção fazia parte de Malhação.

Imagem: Reprodução/Marvel Comics

McCoy, embora não pegue ninguém, também conta com um fator de cura acelerado, e, depois de tantas confusões envolvendo realidades paralelas, ganhou uma sensibilidade especial ao fluxo do tempo: consegue perceber quando a continuidade é alterada por viagens temporais.

Diferente de outros mutantes, os poderes do Fera não vêm apenas do gene X. Ele nasceu com mãos e pés avantajados, além de reflexos sobre-humanos. Suas mutações começaram quando ele começou a experimentar poções malucas em laboratório. Isso acabou potencializando suas habilidades e também alterou seu corpo, que desenvolveu a pelagem azul, garras e sentidos ampliados.

Pode até que isso coloque o Fera em um status mais familiar a todos os fãs que se acostumaram com aquela versão episcopal, mas, para os fãs que acompanharam McCoy nas últimas décadas, fica difícil deixar de lado a antipatia que o personagem gerou por atos completamente cretinos como vilão.

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Intel admite fracasso com as CPUs Arrow Lake; recuperação está nos Nova Lake

O lançamento dos processadores Arrow Lake (Core Ultra 200) não convenceu a indústria, já que eles chegaram com performance aquém da série anterior (Raptor Lake Refresh) e distante dos AMD Ryzen 9000. A Intel reconheceu isso em uma conferência de tecnologia do Banco Alemão (e não foi a primeira vez), dizendo que a próxima geração, chamada de Nova Lake, colocará o Time Azul de volta no segmento de alto desempenho.

David Zinsner, CFO da Intel, admitiu que as vendas não foram boas e um dos principais motivos é o baixo desempenho dos SKUs topo de linha, reconhecendo que eles não tiveram boas ofertas nesse segmento neste ano:

“Como você sabe, nós meio que deixamos a bola cair no segmento de desktops, especialmente no segmento de desktops de alto desempenho. Então, quando você analisa a participação com base no valor em dólares em vez de na quantidade de unidades, vemos que nosso desempenho não é tão bom, principalmente devido ao fato de não termos tido uma boa oferta nesse ano no segmento de desktops de ponta”.


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CPUs Nova Lake terão foco em alto desempenho

O executivo da Intel deixa claro que os próximos processadores para desktop vão corrigir esse gargalo no segmento high-end de CPUs: “o Nova Lake, que é o próximo produto, é um conjunto mais completo de SKUs”. Zinsner afirma que os Core Ultra 400 (é como os leakers têm chamado a próxima geração) “atende ao mercado de desktop de ponta”.

A Intel chegou a lançar uma ferramenta que melhora o desempenho do Arrow Lake para desktop (Imagem: Intel/Divulgaçã)

“Portanto, esperamos melhorar nossa posição no próximo ano. No geral, estou bastante otimista em relação ao cliente. Ele não está funcionando perfeitamente, mas está indo muito bem”, adiciona o CFO da Intel.

O baixo desempenho dos Core Ultra 200 para PCs de mesa é um reflexo de como a Intel está no momento. Se você tem acompanhado as últimas notícias, sabe que a empresa passa por um momento delicado, com investimentos vindos por parte do governos dos EUA e empresas privadas estrangeiras na tentativa de amenizar a questão.

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